terça-feira, 15 de maio de 2012

Relato reflexivo

Meu nome é Rogério e ao receber o convite para fazer parte do curso, senti uma enorme alegria, pois sabia que seria mais um desafio, pois sou formado em letras, e estou fora da sala de aula há mais de 04 anos, como formador de opinião e hoje atuante como Professor Coordenador o curso é essencial, pois consigo ter um olhar mais especial ao distribuir as palavras ou fazer as argumentações necessárias no meu cotidiano escolar.O curso possibilitou-me ampliar e rever conceitos acerca dos diferentes gêneros textuais, bem como as inúmeras possibilidades sobre a leitura e a escrita, que acrescentaram de maneira significante a minha prática diante da ação docente.Estar inserido nesse mecanismo digital é de fundamental importância, pois propicia uma ferramenta de usca, mas um busca interna, onde vamos nos aperfeiçoando diante de todas essas transformações tecnológicas que é a globalização, inseridas automaticamente, pois cotidianamente estamos em contato com essas inovações e cabe-nos a modificação para desempenharmos profissionalmente ações capazes de modificar e levar o aluno ao sucesso no processo ensino x aprendizagem.A construção do blog, por exemplo, foi uma dessas ferramentas, é um recurso de interação e transmissor de conceitos, onde o leitor tem contato direto com diferentes tipos de informações, selecionando e julgando aquilo que é necessário para si. É possível trabalhar e utilizar o blog em aula, para que o aluno tenha contato com essa ferramenta de outras maneiras, levando-o a interação e a aprendizagem.Cabe elencar que o conhecimento de mundo é necessário, mas diante de tantos recursos lingüísticos, devemos nos aprimorar e buscar renovar as práticas necessárias para colocarmos em ação diante da nossa profissão.O acesso às Tecnologias da Informação e Comunicação, sobretudo à Internet, é hoje imprescindível para o desenvolvimento da leitura e da escrita. Não se trata somente de mudar de caneta tinteiro para esferográfica, como aconteceu no passado, ou trocar o teclado da máquina de escrever pelo do computador. Trata-se de ter acesso a uma grande quantidade de informações e de oportunidades de comunicação, sem as quais fica difícil formar o cidadão contemporâneo. Como em outros espaços letrados, o leitor/escritor do mundo digital necessita desenvolver competências leitoras e escritoras específicas, significativas nessa forma de comunicação.
Relato reflexivo sobre o curso "Leitura e Escrita em contexto digital" Sempre gostei de estudar, estou sempre procurando algo a mais, mesmo não estando em sala de aula, acredito que estar sempre buscando conhecimento é o caminho para um trabalho prazeroso e produtivo. Quando iniciei o curso, tive muito receio com o tema, pois não tenho orkut, facebook e nem mesmo consigo conversar pela internet pela dificuldade de escrever nesse novo idioma, o "internetês". Tive uma surpresa muito boa com os textos e as atividades, é impressionante como podemos sempre aprender mais, mesmo quando não estamos familiarizados com o assunto. Realmente este curso trouxe-nos boas e importantes reflexões, fundamentais para que possamos acompanhar o progresso tecnológico que invade todos os lugares e como não poderia deixar de ser, a escola. Outra surpresa foi trabalhar em grupo à distância e o que é mais incrível, o trabalho dar resultado. Confesso que fiquei assustada e até pensei que certamente não daria certo, mas quando vejo o blog, as conversas, a interação que ocorreu, percebo que quando nos permitimos participar de algo novo com vontade, não tem como não dar certo, foi muito bom, tenho muito orgulho em falar sobre o que realizamos. Depois de montar o blog percebo que não é tão difícil encarar o que não conhecemos e como é importante reconhecer o temos uma ferramenta e tanto para motivar e promover aprendizagens realmente significativas. Com certeza, o curso foi um impulso para que eu pudesse perceber que este mundo de informações está aí, estamos sendo engolidos por ele e precisamos urgentemente rever nossos conceitos do que propicia aprendizagem, com certeza não vou parar por aqui, quem sabe logo, logo não estarei conversando no estranho e necessário idioma novo? Elaine.

Relato reflexivo

      Ao iniciar este curso fiquei com certo receio, poís sabia que teria que enfrentar um dos meus fantasmas "escrever", porém, ao iniciá-lo me senti mais confiante.
      As atividades propostas foram desafiadoras, interessantes e prazerosas, algumas gostei mais, como: a atividade do modúlo II de escrever um texto de depoimento de leitura e escrita, que me fez recordar momentos tão importantes da minha alfabetização, a atividade de escrita de diferentes gêneros que além de ampliar meus conhecimentos sobre o tema, me divertiu bastante na construção do texto de jornal e o blog que apesar de não tê-lo construido aprendi muito nas pesquisas feitas no blogger e nas tentativas de alimentá-lo; nunca tinha passado pela minha cabeça usá-lo para colaboração na aprendizagem, hoje já tenho planos futuros para o uso desta ferramenta. A troca de experiências feitas nos fórum com os colegas muito me fez refletir, é uma pena não termos mais tempo para as postagens e bate papos.
       O conhecimento adquirido em cada modúlo, nas atividade discursiva, nas atividades objetivas, na leitura dos textos muito contribuiram para ampliar meus conhecimentos e refletir sobre a importância da leitura e escrita, principalmente no contexto digital, modificando assim meus conceitos e aprimorando a minha prática pedagógica.
     
                                                                                                                                         Vera Leão.

Relato reflexivo

Para mim ter a oportunidade de fazer este curso foi muito gratificante, pois adoro tecnologia e amo a leitura e acredito que estes dois elementos aliados é muito poderoso e de suma importância no cotidiano escolar.

É inerente que os nossos alunos (nativos digitais) se sintam frustrados em não encontrar na escola um ambiente tecnológico condizente com a sua realidade de mundo atual.

Precisamos sim ter ferramentas e muito preparo para trabalharmos com estes “nativos digitais” e como sou responsável pela Sala de Leitura, aprender sobre leitura e escrita em contexto digital me abriu um leque de possibilidades.

Outra coisa muito importante e que eu não poderia deixar de relatar é a interação prazerosa que ocorreu na minha escola com os professores que também fizeram o curso. Tornou-se uma prática cotidiana chegarmos à escola e ficarmos discutindo as atividades propostas, um ajudando e incentivando o outro.

Produzir os textos propostos das atividades para mim foi um desafio prazeroso, confesso que tenho muita dificuldade em escrever, mais produzir os textos em contexto digital foi muito mais fácil do que escrever no papel e a interação com os integrantes do grupo foi uma experiência muito boa.

A montagem do Blog coletivo foi muito interessante, uma possibilidade que eu nunca havia pensado e vivenciado, já havia montado um Blog da Sala de Leitura junto com os alunos, não de forma coletiva, mais depois desta experiência o blog foi reformulado e hoje eu tenho muito mais segurança de fazer uso deste instrumento. Para quem quiser conhecer o Blog que eu montei este é o endereço: http://saladeleituraeejosecandido.blogspot.com.br/ sugestões serão bem vindas.

E por fim eu não poderia deixar de agradecer a Jeanny pela paciência e bom senso e a Elaine, esta brava e corajosa companheira que tomou a frente do grupo e montou o Blog que ficou lindo.

Abraço a todos

Silvana

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Recomendo aos educadores a leitura do livro: Aula nota 10 de Doug Lemov(2011), especialmente os capítulos 10, 11 e 12 que tratam da Leitura. http://ggte.unicamp.br/redefor/files/livro.pdf

Os fantásticos livros voadores do Sr. Morris Lessmore


Lindo e emocionante!!

O poder curativo dos livros numa carta de amor aos mesmos. Afinal é nos livros que podemos encontrar a fonte da juventude! 
Uma história sobre pessoas que dedicam as suas vidas aos livros e de livros que devolvem esse favor. Com o título original "The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore" foi o Vencedor do Óscar 2012 para filme de animação, curta metragem.

pizidoro





quarta-feira, 2 de maio de 2012

Amar a Leitura é algo maravilhoso e encantador, o texto de Clarice Lispector nos leva a refletir como pode ser mágico adquirir o gosto pela leitura...

Felicidade clandestina - Clarice Lispector
Clarice LispectorO Primeiro Beijo
São Paulo, Ed. Ática, 1996

Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme; enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.

Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como "data natalícia" e "saudade".

Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.

Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.

Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria.

Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam.

No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.

Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do "dia seguinte" com ela ia se repetir com meu coração batendo.

E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.

Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados.

Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!

E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: "E você fica com o livro por quanto tempo quiser." Entendem? Valia mais do que me dar o livro: "pelo tempo que eu quisesse" é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.

Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.

Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar… Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada.

Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.

Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante.

terça-feira, 1 de maio de 2012


Médico encontra desconhecido morto na porta de casa


As causas da morte e a identidade do cadáver permanecem desconhecidos


Por Regina Olivares


        Mais um caso desafia a polícia de Araraquara, São Paulo. No dia 26 de Abril, o médico J.M.F, de 49 anos acordou por volta das 6h30 com o som da campainha da sua casa. A abrir a porta da sala deparou-se com  um homem branco, de terno, aparentando uns 40 anos caído no batente da porta. Ao verificar os sinais vitais, o médico constatou que o homem já estava morto há algum tempo, mas não apresentava sinais de violência física. Com receio de ser acusado pelo crime, imediatamente chamou seu vizinho L.C.M. como testemunha para que acionassem a polícia.
        Ao chegar, a polícia interrogou os dois homens e levantou como hipótese para o caso, latrocínio ou morte súbita. O corpo foi levado ao IML  e a polícia rastreia as queixas de desaparecimento para que o corpo seja reconhecido e enterrado.


segunda-feira, 30 de abril de 2012

CORPO ENCONTRADO NO INTERIOR DE SÃO PAULO.

CORPO ENCONTRADO NO INTERIOR DE SÃO PAULO
 Por Rogério Camilo Ruiz
De São Paulo
 Uma mulher foi encontrada morta, na madrugada desta sexta-feira, em um prédio residencial, no interior de São Paulo. O fato ocorreu na Rua Tenente José Gregório do Nascimento , no bairro Jardim Novo Itu. Itu-SP. Segundo a Polícia Militar, a moradora do prédio, Maria de Loordes Corazza, 52, encontrou o corpo em decúbito dorsal no hall de entrada do seu apartamento. Em depoimento, ela relatou que “minutos antes de encontrar o cadáver, fazia suas abluções matinais, quando repentinamente a campainha de seu apartamento soou. Dirigiu-se à porta, destrancou-a e, quando a abriu, encontrou o corpo já em estado de rigidez. Imediatamente, ligou para a central de polícia”.  As causas da morte ainda estão sendo investigadas, mas não se descarta a hipótese de crime passional.

Incentivo à Leitura

Incentivo à Leitura.

Ótimo vídeo proposto pela nossa tutora Jeanny. 



domingo, 29 de abril de 2012

Amor e morte

Por Silvana Regina Grassi Kühl

Araçatuba S.P. – Mais um caso envolvendo internet – idoso morre ao tentar se encontrar com namorada virtual.


Muito abalada a dona de casa F. T. de 65 anos, afirma que a cerca de dois anos vinha mantendo contato com a vítima através de um site de relacionamento pela internet, mas que não haviam se encontrado pessoalmente. Ela conta que tinha revelado seu endereço a M. M. de 72 anos, pois considerava o relacionamento sério, que o mesmo dizia morar na capital e gostaria de lhe enviar uma “surpresa”.
Segundo a dona de casa, os dois não tinham combinado nenhum encontro mas M. M. havia garantido que a tal “surpresa” chegaria até o começo da noite anterior e pediu para que ela não saísse de casa.
Ela afirma que ficou aguardando até por volta das 23:30, e que como não chegou nada foi dormir. Quando ao sair de sua casa, pela manhã, como faz todos os dias, encontrou M. M. caído em sua varanda segurando flores e um presente, e constatou que o mesmo já estava morto.
O Delegado da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, Bento Gonçalves, responsável pelo caso, disse que vai apurar todos os fatos e aguardar os laudos pericias para chegar a uma conclusão, mais que aparentemente tudo leva a crer em morte natural.
Bento Gonçalves aproveitou para frisar os perigos de revelar dados pessoais a estranhos pela internet, pois pessoas mal intencionadas podem se aproveitar destas informações e cometer uma série de crimes.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

HOMEM É ENCONTRADO MORTO NA PORTA DA VIZINHA


Mesmo sofrendo problemas de saúde a policia desconfia que o mesmo foi executado.
Por Vera Leão

      Por volta das 7h da manhã no dia de hoje, na Rua Isaac Newton, no Edifício Aurora foi encontrado o cadáver de Antonio Maria de Nazaré, 62 anos, pela sua vizinha,  a Professora Maria do Perpetuo Socorro. Em depoimento dado a polícia no 1º DP, na cidade de Batatais, a professora relatou que depois de acordar por volta das 7h, como de hábito foi tomar banho ao sair do banheiro, escutou o toque da campainha na qual foi atender, ao abrir a porta, se deparou com o homem caído, olhou pelo corredor do 3º andar onde estava, mas nenhuma movimentação foi observada, voltou se para o homem e com a ponta dos dedos o tocou, percebendo assim que o mesmo se encontrava frio e rígido, percebendo que se tratava de um cadáver correu até o telefone e ligou para a policia.
       A policia acredita que o corpo foi colocado no local, pois  pelo estado em que se encontrava peritos dizem que o falecimento ocorrera pelo menos 2 horas antes de ser encontrado, o prédio não contem câmeras de segurança o que vai dificultar a policia na sua investigação.
Texto para um jornal - Casses A e B (atividade do Curso)


APOSENTADO ACORDA COM HOMEM DESCONHECIDO MORTO NA PORTA DE SUA CASA

A polícia ainda não divulgou as possíveis causas da morte do homem cuja identidade permanece desconhecida

Por Elaine Silva Costa

          Mais um caso intrigante para a polícia de São Paulo, capital, aconteceu ontem dia 23 de abril. Um senhor, aposentado, morador da Rua Ernestina Gomes ligou para a polícia por volta das 7:00 horas da manhã, atordoado mal conseguia explicar o motivo da ligação, segundo policial que o atendeu, ele pronunciava a frase "cadáver na minha casa" e o seu endereço várias vezes. Quando os policiais chegaram ao local, o senhor ainda estava em estado de choque, amparado por vizinhos e na soleira de sua porta, um homem aparentando 45 anos estava caído, o corpo já estava frio e rígido. De acordo com a perícia, o homem estava morto desde o início da noite do dia anterior.
            Depois de estar mais calmo, o aposentado L. J. B. de 75 anos relatou: "Acordei, consultei o relógio e eram 6:35 horas, ouvi a campainha e quando abri a porta, o homem estava caído, toquei em seu braço e percebi que já estava morto, ainda consegui olhar em volta mas não vi ninguém nem ouvi nenhum barulho, fique tão nervoso que nem sei como liguei para o 190". O fato intriga a polícia pois os vizinhos foram ouvidos e disseram não ouvir ou ver nada de anormal, o senhor que encontrou o cadáver, mesmo parecendo que o corpo foi entregue como uma encomenda, afirma não conhecer o mesmo. Mais um caso que desafia a polícia paulistana. A polícia ainda não divulgou as possíveis causas da morte do homem cuja identidade ainda não se sabe. Até a tarde de ontem, ninguém apareceu ao IML para reconhecer o corpo.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Brilho no Olhar

O mundo da leitura sempre me fascinou, com certeza comecei a ler antes de escrever.
Ainda pequena ficava encantada vendo minha irmã Solange devorar livros, e muitas vezes atendendo aos meus apelos, me contar o que estava lendo com um brilho no olhar tão intenso que não dava para não me apaixonar pelas suas histórias, não me contagiar.
Assim que comecei a ler não parei mais, quantos mundos novos conheci, quantos conhecimentos adquiri, quantas emoções...
Gosto de ler de tudo, de bula de remédio a textos científicos, todos os gêneros literários me agradam (basta alguém me dizer que gostou e a fagulha se acende).
Tento passar para minhas filhas de quatro e dois anos, a paixão pelos livros (eles estão sempre a mão e a vontade) e pela escrita, juntas já escrevemos muitas cartas para o Papai Noel, coelhinho da Páscoa, para as pessoas que amamos. É enriquecedor notar que há sempre mundos novos, olhares novos a serem explorados através da leitura e da escrita.

Silvana Regina Grassi Kühl


Faxina da Alma - Carlos Drummond de Andrade


Não importa onde você parou, em que momento da vida você cansou.

Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo, é renovar as esperanças na vida e, o mais importante, acreditar em você de novo.

Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado.

Chorou muito? Foi limpeza da alma.

Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia.

Sentiu-se só por diversas vezes? É porque fechaste a porta até para os anjos.

Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora.
Pois é… agora é hora de reiniciar, de pensar na luz, de
encontrar prazer nas coisas simples de novo.


Um corte de cabelo arrojado diferente, um novo curso, ou aquele velho desejo de aprender a pintar, desenhar, dominar o computador, ou qualquer outra coisa. Olha quanto desafio, quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando… Ta se sentindo sozinho? Besteira, tem tanta gente que você afastou com o seu “período de isolamento”.
Tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para “chegar” perto de você. Quando nos trancamos na tristeza, nem nós mesmos nos suportamos, ficamos horríveis. O mau humor vai comendo nosso fígado, até a boca fica amarga. Recomeçar… Hoje é um bom dia para começar novos desafios.


Onde você quer chegar? Alto? Sonhe alto! Queira o melhor do melhor. Queira coisas boas para a vida. Pensando assim, trazemos prá nós aquilo que desejamos.
Se pensamos pequeno, coisas pequenas teremos. Já se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar na nossa vida. E é hoje o dia da faxina mental.


Jogue fora tudo que te prende ao passado, ao mundinho de coisas tristes. Fotos, peças de roupa, papel de bala, ingressos de cinema, bilhetes de viagens e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados.

Jogue tudo fora, mas principalmente esvazie seu coração. Fique pronto para a vida, para um novo amor.

Lembre-se, somos apaixonáveis, somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes, afinal de contas, nós somos o “Amor”.

Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.



ROGÉRIO CAMILO RUIZ



segunda-feira, 16 de abril de 2012

Capricho e dedicação de uma mãe.

                                              Capricho e dedicação de uma mãe.
             Aos 5 anos de idade, meu irmão mais velho foi para a 1ª série, junto com minha mãe fui comprar os materiais escolares, ao chegar na papelaria tudo era encantador, pedia para minha mãe comprar para mim também, então ganhei o meu primeiro caderno, lápis e borracha.
             Minha mãe era muito caprichosa, chegou em casa e encapou os cadernos com papel pardo e os enfeitou com figuras de animais tiradas de calendários, atitudes que me estimulavam, me ensinavam e cada vez mais aumentava a minha vontade de desifrar as letras e vir para a escola.
             Passado alguns meses, minha mãe percebeu que meu irmão  apresentava dificuldades,  na sua alfabetização e para ajuda-lo mamãe fez em folhas de papel pardo cada lição da cartilha, com letras grandes, coloridas e com os mesmos desenhos da cartilha "Caminho Suave", e os pregou na parede da cozinha, sempre depois do jantar sentava com ele e tentava ajudá-lo e eu ficava com meu caderninho observando e ouvindo tudo e quando alguma atividade era passada a ele, para parecer com ele eu tentava copiar o que estava nas folhas de papel pardo no meu caderno, assim fui alfabetizada.
            Na minha casa os livros, revistas e jornais faziam parte do nosso cotidiano tanto papai como mamãe eram leitores assiduos então tinhamos estimulos de todos os lados. Mas o que mais me facinava eram os livros da Coleção Barsa,  eram grandes e muito pesados, então sentava no chão e os foleavam a procura de figuras que me chamassem a atenção, ao encontrar lia os textos que se encontrava até onde era do meu interesse e assim foi a minha história que hoje recordo com tanta saudade.

domingo, 15 de abril de 2012

Como foi sua primeira experiência com o mundo maravilhoso da leitura? Lendo as experiências de outras pessoas com a leitura podemos reviver como a leitura entrou em nossas vidas, lembrar de pessoas importantes e nos emocionar com histórias reais, quem sabe você também não pode fazer parte da história de uma criança mostrando para ela o mundo incrível que pode haver em um livro...


Meu pai, meu anjo

         Desde muito pequena observava meu pai ler os jornais que trazia quando vinha do trabalho, meu pai foi o grande incentivador para que eu e meus irmãos aprendêssemos a ler muito cedo. Não tínhamos condições de comprar livros, morávamos em um bairro pobre de São Paulo e hoje sei que os jornais que ele comprava eram os mais sensacionalistas que existiam e também os mais baratos. Meu pai estudou apenas até a 4ª série, mas devido às leituras dos jornais e algumas revistas que ganhava dos patrões, sabia um pouco de tudo. Lembro-me de ver as pessoas o procurarem para saber sobre os mais variados assuntos e quando nos mudamos para o interior de São Paulo, ele fazia contas de terras, auxiliava nos pagamentos dos trabalhadores rurais e sempre entendia de política e economia, era um sábio entre nossos amigos e familiares. Nesta época deparei-me com uma biblioteca bem completa na escola e todos os livros que lia, meu pai lia também, acompanhou-me até a faculdade (letras), leu todos os grandes clássicos que eu li e auxiliava uma amiga com a faculdade de história, pois lembrava-se de fatos importantes de tempos antigos. Meu pai não pode continuar os estudos, hoje existem muitas possibilidades que não existiam.
         Sei que devo muito à ele o gosto que tenho pela leitura, ele foi um anjo que muitas crianças deveriam ter em suas vidas. Existem muitos anjos capazes de mostrar às crianças esse mundo maravilhoso que existe em um livro. Muitos deles estão nas escolas, mas ainda não entenderam o poder que possuem, que podem com simples gestos abrir muitos horizontes e possibilidades na vida de muitas crianças.

Elaine